"Podemos muito bem perguntar-nos: o que seria do homem sem os animais? Mas não o contrário: o que seria dos animais sem o homem?"Hebbel , Christian





quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Onyx, um cão herói que luta pela vida

Às duas horas da madrugada do dia 26 de setembro, uma jovem família de Tallahassee, Florida, foi acordada por um latido alto que vinha do quintal, segundo informações do Care2.

Onyx, o pitbull da família, de apenas 9 meses de idade, fazia o que podia para alertar a sua família, um casal e os dois filhos, de que um incêndio havia começado.
O dono correu para o quintal, onde o fogo havia iniciado, e encontrou Onyx em chamas, depressa pegou numa mangueira e tentou apagar as chamas que queimavam o cão; enquanto a restante família saía para um local seguro.

Honestamente, eu lamentaria se o Onyx não estivesse lá fora, ainda que seja triste, qualquer coisa ainda pior poderia ter acontecido", disse Sierra Plair, dona de Onyx, ao Tallahassee.com. “Quando o fogo subiu para o quarto dos meus filhos, não teríamos sido capazes de ir até lá e trazer as crianças para fora.

Embora os bombeiros tenham conseguido apagar o fogo na varanda e no quintal da casa, o cão ficou em estado grave, apresentando queimaduras em 25 a 30% do corpo. Inicialmente, a família levou Onyx para um hospital veterinário em Tallahassee mas nessa instituição recusaram-se a tratar do cão por ser um tratamento demorado e dispendioso, para o qual a família não dispunha de dinheiro para suprir os custos.

Estávamos no limite de nossas condições de julgamento”, disse Sierra Plair, ao Tallahassee.com. “Nós íamos desistir dele porque não tínhamos dinheiro para o tratamento.”

Felizmente, as equipas do Centro de Serviço Animal e do Hospital Veterinário Northwood, do Condado de Tallahassee-Leon, pensaram de maneira diferente e com uma campanha conseguiram arrecadar fundos para o tratamento do cão, que pode ser enviado para um tratamento na Universidade da Flórida.

Onyx agora junta-se à lista dos muitos heróis animais que a Care2 já homenageou.


Fonte: http://www.anda.jor.br/09/10/2013/cao-salva-familia-incendio-luta-sobreviver

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Cuidados Preventivos – Desparasitação (parte II)

Ectoparasitas
1.       Pulgas
A principal espécie de pulga que parasita o cão é a pulga do gato (Ctenocephalides felis). Desde que tenham boas condições de humidade e temperatura, as pulgas (o seu ciclo de vida está representado na imagem ao lado) desenvolvem-se e proliferam rapidamente, nascendo de ovos depositados sobre a pele do cão. Por cada 10 pulgas adultas que vemos no nosso amigo, há cerca de 90 formas larvares no seu meio ambiente e muitos mais ovos que não conseguimos ver. As pulgas produzem lesões diretas na pele do animal afetado, nomeadamente reações alérgicas (D.A.P.P – dermatite alérgica por picada de pulga) ou podem abrir caminho a outras infeções cutâneas por bactérias oportunistas que, em alguns casos, requerem tratamento específico e prolongado.
Para além disso, podem transmitir a ténia Dipylidium caninum, um parasita interno.
São frequentemente encontradas nas zonas mais cobertas por pêlo e nas zonas de pele sobre as quais a luz não incide diretamente.

2.       Carraças
São frequentemente encontradas em torno dos olhos, na base das orelhas, entre o dedos e nas pregas da pele do abdómen, ânus e zona perineal.
É mais provável que o seu amigo se contamine em zonas com vegetação, arbustos ou qualquer planta onde as carraças (adultas, ninfas ou larvas) esperam até poderem saltar para os hospedeiros que passam e aos quais se vão fixar.
A carraças produzem lesões na pele, quer por irritação local, quer permitindo a entrada a bactérias oportunistas que podem originar piodermatites ou lesões autoinfligidas quando o animal se tenta ver livre delas. O consumo de sangue por parte das carraças pode originar quadros de anemia graves, debilidade, mau estado geral e lesões dérmicas, sobretudo se os hospedeiros são jovens. As carraças podem ainda funcionar como vectores para parasitas sanguíneos, muitos dos quais podem infetar também humanos, é o caso da “febre da carraça”, quer por Babesia, Ehrlichia ou Borrelia. Algumas carraças ao alimentarem-se libertam toxinas para o sangue, o que pode originar quadros de paralisia e diversos sintomas a nível do sistema nervoso.

3.       Mosquitos e Flebótomos
Só são visíveis durante o período de alimentação. Tem uma importância moderada no que diz respeito às lesões e à irritação cutânea que podem provocar com a sua picada. Em alguns casos é possível que ocorra uma reação alérgica, mas o mais frequente é o animal tolerar bem a picada.
O principal problema destes insetos é o fato de atuarem como vectores de doenças infeciosas transmissíveis. Quando estes insetos picam, para além de extraírem uma pequena porção de sangue, podem inocular, no hospedeiro, agentes infeciosos ou parasitários que extraíram de outro hospedeiro doente/parasitado. Por norma, cada espécie de mosquito e flebótomo transmite uma infeção diferente. As mais frequentes no nosso país são a Leishmaniose e a Dirofilariose (esquema ao lado representa o ciclo de vida da Dirofilaria immitis).

4.       Moscas
Existem algumas espécies que picam os bordos das orelhas dos cães, podendo originar infeções e provocar feridas.
As moscas alimentam-se de sangue e consomem cerca de 15 µl de sangue por dia.

5.       Ácaros
São os responsáveis pelo aparecimento das sarnas, das quais existem vários tipos sendo os animais de companhia afetados por três tipos, cada uma causada por um ácaro diferente (Otodectes, Sarcoptes e Demodex) e que se distinguem entre si pelas lesões provocadas e pela localização das mesmas.

Endoparasitas
1.       Nemátodes
Frequentemente provocam no hospedeiro pequenas alterações como atraso no crescimento, debilidade ou anemia. Noutros casos, produzem quadros muito mais graves com grande prostração, diarreia, vómitos, desidratação, anorexia, lesões da pele e do pêlo. Nos casos extremos, podem inclusive provocar a morte do hospedeiro. Em casos menos frequentes, podem afetar o sistema respiratório e podem ser causa de fadiga, dificuldade respiratória, intolerância ao exercício físico normal e expetoração frequente. A maioria das lesões provocadas por estes parasitas deve-se às formas larvares, quando ocorrem as migrações no organismo (para o fígado, pulmões, coração, rins e intestino) dos hospedeiros. Alguns destes parasitas podem ser zoonóticos.

2.       Céstodes
Neste grupo encontramos as ténias, sendo a mais comum no cão a Dipylidium caninum, que é transmitida por ingestão de pulgas. As ténias, regra geral, não causam grandes distúrbios nos cães. Quanto muito pode-se observar indisposição, diarreias e perda de condição corporal. A necessidade de tratamento contra as ténias surge devido à sua importância em saúde pública, como é o caso do quisto hidático (forma larvar da ténia Echinococcus granulosus).

3.       Protozoários

Talvez menos conhecidos por não serem visíveis a olho nu, são responsáveis por quadros gastrointestinais (diarreias) em quase todos os cães, em particular nos jovens, e principalmente nos criados em canis sobre lotados e com condições de higiene precárias.

Para saberem mais sobre os parasitas que podem afectar os teus animais visita http://www.livredeparasitas.com/pt/ .

sábado, 5 de outubro de 2013

Cuidados Preventivos – Desparasitação (Parte I)

O que é um parasita?

Um parasita é um ser vivo que habita, durante um certo período de tempo ou durante toda a sua vida, no interior ou no exterior de outro ser vivo de espécie diferente, a que chamamos hospedeiro. Apesar de o parasita necessitar que o hospedeiro permaneça vivo, é inevitável que lhe provoque danos de menor ou maior gravidade, uma vez que se alimenta nos/dos seus tecidos. Os parasitas procuram no hospedeiro não só o alimento mas também proteção e condições ideais para se reproduzirem. Os principais parasitas que afetam os animais pertencem aos “grupos” dos protozoários, helmintes e artrópodes; e podem ser divididos em 2 grupos:
  •     Parasitas externos ou ectoparasitas;
  •        Parasitas internos ou endoparasitas.

Os parasitas externos são os que vivem durante toda a sua vida, ou parte dela, na superfície externa do animal, seja na pele, pêlo ou no canal auditivo externo.
Podem ser classificados como microscópicos ou macroscópicos. Os primeiros não são visíveis a olho nú e, como tal, só conseguimos ver as lesões por eles provocadas (por exemplo, ácaros Demodex e Sarcoptes).
Analogamente, os parasitas externos macroscópicos são visíveis à vista desarmada embora por vezes possa ser um pouco difícil observá-los porque são demasiado pequenos, encontram-se em número reduzido, estão bem camuflados ou mudam constantemente de sítio. Dentro deste tipo de parasitas temos os que podem viver permanentemente sobre o hospedeiro (pulgas, carraças, ácaros do ouvido e piolho) ou os que estão apenas presentes por breves períodos (mosquitos, flebótomos e moscas).
                Os parasitas internos são aqueles que vivem no interior do corpo do seu cão, nomeadamente, a nível do aparelho digestivo (esófago, estômago, intestino, fígado, vesícula biliar), no aparelho respiratório (traqueia ou pulmões), no sistema circulatório (coração) na bexiga e no tecido muscular. Os mais frequentes são os do aparelho digestivo.
Tal como os parasitas externos, este podem ser classificados como microscópicos ou macroscópicos.
                Os parasitas internos microscópicos não podem ser observados à vista “desarmada” e por isso o seu médico veterinário poderá fazer o diagnóstico precoce destes parasitas intestinas através dos seus ovos, que podem ser identificados com análises coprológicas às fezes. É importante referir que há alguns parasitas como as coccídeas e a giardia só se detetam através de análises e técnicas específicas.
                Os parasitas internos macroscópicos geralmente só são observados quando o animal está muito parasitado ou posteriormente à toma de um desparasitante. Alguns destas parasitas podem aparecer nas fezes ou no conteúdo gástrico dos animais, especialmente se estes apresentarem um quadro de gastroenterite com diarreia e vómito.

O tamanho dos parasitas pode ir de alguns milímetros, como os proglótides de ténia que aparecem nas fezes ou junto ao ânus do hospedeiro, a vários centímetros como é caso dos tricurídeos ou dos ascarídeos que aparecem nas fezes lembrando um novelo de cabelos. Algumas fêmeas adultas destes parasitas podem chegar a produzir cerca de 200.000 ovos diários, o que nos dá uma ideia da potencial contaminação do meio ambiente e da capacidade de infetar vários animais. Geralmente, dividimos estes parasitas em dois grandes grupos: os céstodos (parasitas “achatados”) e os nemátodos (parasitas “redondos”).

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Mulher é torturada em vitrine para expor testes de cosméticos em animais

Muitas pessoas não sabem o quão cruel são os testes feitos em animais. Diversas marcas já aboliram, porém a grande maioria continua praticando. Para conscientizar as pessoas sobre estes testes, a marca Lush criou um laboratório de experimentação na vitrine de uma de suas lojas em Londres. Desta vez os “testes” não foram feitos com animais, e sim com uma voluntária.
Os produtos e líquidos usados não eram cosméticos de verdade, apenas a forma do procedimento que assustou muita gente. Desta forma, a Lush conseguiu chamar atenção para a causa com uma instalação que durou aproximadamente 10 horas.
Confira o vídeo:

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Displasia da Anca


GUIA PARA O CRIADOR E PROPRIETÁRIO DE CÃES 

A displasia da anca é uma doença que afecta a articulação coxo-femoral , também denominada da anca. Esta articulação é formada pela cabeça do fémur e a cavidade acetabular dos ossos da bacia, e é responsável pela transmissão das forças da coluna vertebral pelo membro posterior até ao solo quando o animal anda ou corre. 
Para que esta articulação funcione correctamente é necessário que exista uma coaptação perfeita das duas superfícies ósseas (redonda da cabeça do fémur e côncava do acetábulo), mas também resistência dos tecidos moles envolventes como a cápsula articular, ligamento redondo (liga a cabeça do fémur ao acetábulo, tal como a cápsula articular), músculos e tendões que envolvem a articulação. 

O que é a displasia da anca? 

A displasia da anca é uma doença de biomecânica de desenvolvimento, isto é, o animal nasce normal mas durante os seus primeiros meses de vida as articulações coxofemorais sofrem alteração na sua forma devido a falta de coaptação entre as superfícies ósseas originando deformação da cabeça do fémur. A falta de congruência articular origina artrose o que em muitos casos é responsável pela dor e consequente claudicação dos animais. 
A falta de congruência das superfícies ósseas articulares deve-se a um processo de maturação mais rápido do esqueleto relativamente aos tecidos moles (músculos, cápsula articular, ligamentos) o que faz com que exista lassidão (falta de resistência) destes e consequentemente incapacidade para manter o contacto normal entre as superfícies ósseas da articulação. 
Esta falta de resistência dos tecidos moles envolventes da articulação origina precocemente sub-luxação articular (cabeça do fémur mal encaixada na cavidade acetabular) e posteriormente lesões de artrose. 

Quais as causas da displasia da anca? 

A displasia da anca é uma doença hereditária e genética, embora alguns factores ambientais possam contribuir para uma maior expressão da doença em animais com genes para a displasia da anca. 
Para o desenvolvimento da doença é necessário que o animal tenha genes para a displasia da anca. Não se sabe ao certo quantos genes estão envolvidos, mas sabe-se que são muitos, por isso é denominada de doença poligénica. Nas doenças poligénicas quanto maior fôr o número de genes alterados herdados dos progenitores mais marcada será a doença nos cachorros. No entanto, a questão não é tão simples uma vez que alguns dos genes se combinam aleatoriamente e não de forma aditiva, embora num número muito reduzido. 
Os factores ambientais como excesso de peso, ração hipercalórica, curva de crescimento muito acentuada, chão escorregadio e liso, excesso de minerais como o cálcio, excesso de exercício, contribuem para exacerbar as alterações mas não são a causa da doença. 

A displasia da anca aparece com igual prevalência em todas as raças? 

A displasia da anca é uma doença que aparece mais frequentemente em raças de cães médias e grandes, embora possa ocorrer em qualquer raça. 
As raças mais predispostas são por exemplo S.Bernardo, Bulldog, Terra Nova, Retriever do Labrador, Golden Retriever, Mastins, Pastor Alemão, Serra da Estrela, Rafeiro do Alentejo, Shar-Pei, Akita, Setters, Cão Boieiro Suiço, Rottweiller, Dobermann, etc. 
As raças pequenas são também atingidas embora pelo seu peso corporal em muitos casos não manifestem sinais clínicos da doença. 

Qual a importância de radiografar o meu animal? 

Não existe nenhum teste genético para despistar um animal portador de genes para a displasia da anca. O exame radiográfico, é hoje em dia considerado o meio de diagnóstico que melhor permite despistar os animais que não tendo sinais clínicos de displasia da anca têm no entanto lesões compatíveis com a doença, sendo essas lesões um marcador da presença de genes para a doença. 
Os animais devem ser radiografados aos 12 meses para raças médias e grandes e 18 meses raças gigantes. O Rottweiller sendo uma raça grande deve ser radiografado aos 18 meses. A partir dos 5-6 anos de idade a avaliação torna-se mais difícil uma vez que podem existir lesões de artrose não relacionadas com displasia da anca. Por isso, para efeitos de despiste de displasia da anca dever-se-á evitar submeter radiografias de animais a partir desta idade. 

Porquê anestesiar o animal para realizar o exame radiográfico? 

A anestesia geral permite um relaxamento muscular total e dessa forma conseguimos posicionar correctamente o animal para o exame. Caso contrário teremos de repetir várias vezes a radiografia até obter um rx de boa qualidade. Sem um posicionamento correcto é impossível atribuir uma classificação à radiografia. 
Por outro lado o relaxamento muscular permite observar a lassidão da articulação com maior facilidade e dessa forma sermos mais precisos na avaliação. 

Qual o significado dos diferentes graus da classificação da displasia da anca? 

Os graus atribuídos na classificação da displasia da anca em Portugal são os graus definidos pela Federação Cinológica Internacional e que se identificam por letras: A, B, C, D, E. 
Os graus A e B são animais sem sinais radiográficos de displasia da anca, os graus C, D, e E correspondem a animais com sinais de displasia da anca. O grau C corresponde a displasia ligeira, o grau D displasia moderada e o grau E displasia grave. 

Quais os graus de displasia da anca que posso usar na reprodução? 

Em princípio só deveríamos utilizar na reprodução animais com graus A e B. De facto só esses permitiriam reduzir significativamente o número de genes para a displasia. No entanto, nalgumas raças o nível de displasia da anca é tão elevado que se eliminássemos todos os animais com grau C ficaríamos com um conjunto de reprodutores muito limitado. Nestes casos pode utilizar-se um dos progenitores com grau C embora o outro deve ser A ou B. Esta é uma excepção não deverá ser a regra. 

Qual a importância de reduzir a prevalência da doença? 

Se utilizarmos na reprodução animais com displasia da anca a doença perpetua-se com uma intensidade crescente devido ao efeito maioritariamente aditivo da combinação dos genes e consequentemente animais com sinais mais marcados. Isto tem repercussões individuais pelo sofrimento do animal envolvido e dos seus proprietários, maiores despesas associadas à terapêutica e muitas vezes perdas de animais com características excelentes em termos de beleza ou trabalho. Por outro lado, em termos populacionais de uma raça conduz inevitavelmente ao retrocesso em termos de características da raça e um esforço posterior muito maior para obter animais sem sinais de displasia da anca. 

Qual a importância de se conhecer os graus de displasia nos animais presentes num pedigree? 

O reconhecimento do grau de displasia até à 3ª ou 4ª geração de um pedigree é muito importante porque isso dá-nos a percepção do grau de probabilidade de ocorrência de animais com displasia da anca. 
Se eu dispuser de um cão classificado com grau B proveniente de pais e avós com graus A e B provavelmente este animal disporá de muito poucos genes para a displasia da anca. Se pelo contrário eu usar um reprodutor (macho ou fêmea) com grau B mas com alguns dos antepassados com grau C e D a probabilidade de obter cachorros com displasia da anca é francamente maior. A inscrição dos graus de displasia nos pedigrees e a sua análise constitui um auxiliar fundamental na selecção criteriosa dos reprodutores. 

APMVEAC 2006 

domingo, 17 de março de 2013

Eu agora já lhe digo NÃO e ele já percebe...


"Eu agora já lhe digo NÃO e ele já percebe"...

Pois então analise bem a imagem e quando disser "NÃO" pense bem se ele percebeu ou se apenas se assustou com o seu tom de voz....
Além do seu cão não perceber o "NÃO" poderia correr o risco de estar a colocar o "NÃO" como comando verbal de um determinado comportamento, mas como o deve dizer para as mais variadas situações este também deixa de ter significado enquanto comando que condicione um determinado comportamento.
Portanto em vez de se andar a cansar com tanto "NÃO" ensine o comportamento correcto o que até é muito menos cansativo.


Fonte:Work In Progress

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

My First Friend (English Subs)



Aqui esta um video que gostei imenso, e que é uma historia que muita gente que tem animais partilha :)